domingo, 6 de novembro de 2016

Vídeo: homem armado sobe em casas anda em cima de talhados e causa confusão no Sertão

Uma grande confusão se formou na tarde deste sábado (05) no Conjunto José Vieira, no Município de Marizópolis, Sertão paraibano, quando um homem identificado por Fábio Pereira, armado com uma faca-peixeira começou a se cortar.
A cena chamou atenção dos moradores que chamaram a Polícia Militar para conter o indivíduo, que apresentava sintomas de embriaguez alcoólica. Fábio seria usuário de drogas e tem distúrbio mental.
A confusão aumentou quando Fábio Pereira percebeu a presença da Polícia Militar. O acusado tratou de subir nos telhados de várias residências, e sair correndo, quebrado telhas e causando alvoroço.
Depois de muita confusão, a polícia conseguiu conter Fábio Pereira, que foi conduzido a Unidade de Saúde em Sousa para atendimento médico.


VEJA NO VÍDEO 


MaisPB com RepórterPB

Ministro confirma MP que pode aumentar preço de medicamentos emergenciais

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, confirmou  no dia (4),de novembro em São Paulo, que o governo está elaborando medida provisória (MP) para permitir que, em casos emergenciais como calamidades e epidemias, os preços dos medicamentos sejam elevados.

De acordo com Barros, a medida está sendo tomada principalmente devido aos aumentos dos casos de sífilis no país. Atualmente, o medicamento utilizado no tratamento da doença, a penicilina benzatina, é importado e o governo não tem conseguido comprar quantidades suficientes para atender a demanda.
Hoje, os aumentos de remédios correspondem ao reajuste da inflação. Com a medida, o governo visa a elevar o preço do medicamento e tentar despertar o interesse da indústria farmacêutica nacional para a produção desse tipo de remédio.

“O governo prepara uma solução para o abastecimento de medicamentos, que são fundamentais no caso de uma epidemia de sífilis no Brasil por falta de penicilina. Então, precisamos viabilizar economicamente a produção para atender as pessoas. É isso que será feito. Já há uma deliberação sobre isso, que é a que trata da fixação de preços para novos produtos no Brasil, e nós faremos, a partir da flexibilização desses produtos, que precisam estar no mercado para evitar epidemias”, afirmou após participar de reunião na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

O ministro disse ainda que o governo está trabalhando para agilizar as Parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDPs) para produção de medicamentos similares e que já houve reunião com os órgãos competentes. “Nós deliberamos todos os recursos e pendências que haviam. E aqueles parceiros que foram escolhidos, públicos e privados, nacionais e estrangeiros, que detém tecnologias, estão com as parcerias autorizadas. Esperamos um investimento de R$ 6,4 bilhões, a partir de agora, para os próximos dois anos, com a geração de 7,4 mil de empregos nessa área sendo 350 pesquisadores”.

Barros lembrou que dia 25 será o Dia Nacional de Combate ao Mosquito Aedes aegypti, mas que a campanha terá início no dia 20 com a divulgação de peças publicitárias chamando a população a colaborar com a eliminação do mosquito. “Todas as sextas-feiras, durante todo o verão e o período de maior proliferação do mosquito, haverá ações e combate ao mosquito, conscientização dos alunos nas escolas, empresas. O combate ao mosquito é a única forma de evitarmos mais crise e desgaste com a denque, zika vírus e chikungunya”.

Plano de Saúde Popular

Sobre o Plano de Saúde Popular, o ministro ressaltou que houve uma reunião na última segunda-feira e as propostas iniciais foram colocadas em pauta. O Plano de Saúde Popular foi criado pelo governo para permitir acessibilidade à saúde suplementar com preços mais acessíveis.
Segundo o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Francisco de Assis Figueiredo, já ocorreram quatro reuniões e as propostas saíram de um consenso das diversas instituições. “Todas ficaram de retornar com um novo plano de ação que será apresentado daqui a 15 dias”.

Edição: Maria Claudia
AGENCIA BRASIL

sábado, 5 de novembro de 2016

Microempreendedores crescem 6% no Brasil

Entre as regiões, o Nordeste apresentou recuo de 2,5% na quantidade de empreendimentos 

 

A abertura de empresas de janeiro a setembro no País cresceu 1% sobre igual período do ano passado, segundo levantamento da Boa Vista SCPC. Mas o destaque recaiu sobre as Microempresas Individuais (MEIs), que cresceram 6% na mesma base de comparação. O Sudeste e o Sul foram as regiões responsáveis pelo crescimento das empresas. No acumulado do ano em comparação com o mesmo período do ano anterior, registraram alta de 2,8%. As demais regiões apresentaram queda no período: Nordeste, de 2,5%; Norte , de 3,1% e Centro-Oeste, de 3,4%.
 Com isso, Sudeste e Sul apresentaram ganho de representatividade O Sul passou de 16,6% para 16,7% e o Sudeste aumentou de 50,7% para 51,8%.



Alternativa
Segundo disse nessa sexta-feira (28) o economista-chefe da Boa Vista SCPC, Flávio Calife, muito deste crescimento de novas empresas, especialmente de porte micro, tem raiz no elevado índice de desemprego. Sem perspectivas de voltar ao mercado de trabalho num ambiente econômico adverso, os trabalhadores estão empregando suas verbas rescisórias no negócio próprio.

Mercado

"As MEIs estavam crescendo a 14% no trimestre passado. São empresas com faturamento mensal de até R$ 5 mil ou até R$ 60 mil anuais", disse o economista. Ou seja, são empreendimentos abertos para gerar renda equivalente ao que o empreendedor conseguia quando trabalhava de empregado. O crescimento das microempresas elevou em 3,5 pontos percentuais a participação desse segmento, totalizando 74,2% das novas empresas, enquanto as demais categorias perderam representatividade. Em relação ao segundo trimestre, no entanto, a abertura total de empresas recuou 2%.

Setores

Quando analisada a composição das novas empresas por setores, o levantamento da Boa Vista SCPC observou que o setor de Serviços registrou ganho de representatividade. No acumulado de 2016, este segmento atingiu 55,9% das novas empresas, ante 54,4% no mesmo período do ano passado. Como Indústria e Rural praticamente permaneceram estáveis, o Comércio foi quem perdeu espaço, ao passar de 35,0% para 33,4% do total.

 Fonte: Diário do Nordeste - CE/ FENACON

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Aluna de escola estadual da cidade de Malta é escolhida Jovem Embaixadora da Paraíba

A Secretaria de Estado da Educação (SEE) divulgou, nesta terça-feira (1), que a aluna Micaele da Silva Garcia, da Escola Estadual Dr. Antônio Fernandes de Medeiros, foi escolhida pelo Programa Jovens Embaixadores para representar a Paraíba nos Estados Unidos.
Micaele participou de uma seleção com outros 30 alunos na qual foram escolhidos os quatro melhores estudantes que obtiveram os melhores desempenhos nos exames. Dentre os quatro, a Embaixada Americana selecionou Micaele, que representará a Paraíba por 20 dias nos Estados Unidos, no mês de janeiro de 2017.

O programa Jovens Embaixadores tem como alvo os alunos brasileiros que são exemplo em suas comunidades, em termos de liderança, atitude positiva, trabalho voluntário, excelência acadêmica e conhecimento da língua inglesa. O objetivo é fortalecer o ensino público por meio desses alunos, transformando-os em modelos para as suas comunidades. Custeado pelo governo norte-americano, o programa já mudou a vida de mais de 460 estudantes da rede pública brasileira e permite aos participantes aprimorar as suas habilidades em liderança, conhecer uma nova cultura, interagir com jovens americanos e buscar oportunidades de crescimento pessoal e profissional.

O programa foi criado pela Embaixada dos Estados Unidos no Brasil e o primeiro grupo viajou em 2003. A partir de 2012, o programa passou a ser reproduzido em todos os países do continente americano. Os parceiros da iniciativa são: o Conselho Nacional de Secretários de Educação – Consed e as Secretarias Estaduais de Educação, a rede de Centros Binacionais Brasil-Estados Unidos, e também, as empresas FedEx, MSD, Microsoft, Bradesco, IBM e a Boeing Brasil.


SITE: GOVERNO  DA PARAÍBA
FOTO FACEBOOK DO FERREIRA SILVA

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

A Comissão de Desenvolvimento Urbano aprovou proposta que prevê dedução da cobrança de abastecimento de água

A Comissão de Desenvolvimento Urbano aprovou proposta que prevê dedução da cobrança de abastecimento de água feita por estimativa de consumo proporcional ao período de interrupção do fornecimento. Pelo texto, o desconto não é válido quando a interrupção for causada pelo próprio usuário.
O texto aprovado é um substitutivo do deputado Miguel Haddad (PSDB-SP) ao Projeto de Lei 4005/15, do deputado Rômulo Gouveia (PSD-PB). O texto original estabelecia desconto sobre o valor da tarifa mínima mensal do serviço de água e esgoto, proporcional ao dia sem fornecimento de água.

Segundo Haddad, a proposta original trata de forma idêntica os consumidores com e sem hidrômetro. “Quem tem hidrômetro já deixa de pagar pela água que não chega à sua torneira”, disse, ao ressaltar que a conta do usuário com cobrança baseada em estimativa de consumo não segue a mesma regra.

Haddad incluiu a regra na Lei de Saneamento Básico (Lei 11.445/07), que estabelece diretrizes nacionais para o setor.
Tramitação
 A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Trabalho, Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 'Agência Câmara Notícias

Repatriação de recursos do exterior renderá 493.337.98 Para Malta-PB

A Receita Federal informou nesta terça-feira, dia 01, que estará repatriando, ou seja, trazendo de volta ao Brasil recursos depositados de forma irregular no exterior, mais de 50 Bilhões de Reais. A vinda dos recursos é proveniente através do Programa de Regularização de Ativos no Exterior.

 De acordo com o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, o programa foi “bem sucedido” e ressaltou que a equipe da Receita Federal buscou esclarecer dúvidas dos contribuintes ao longo de todo o processo.

Ainda segundo o secretário, o valor recolhido do imposto de renda com a repatriação chega ao valor de R$ 25,491 bilhões e deste montante, 49% será destinado aos estados e municípios. “A lei prevê que a parcela destinada aos fundos de Participação dos Estados e Municípios diz respeito à parcela recolhida a título de imposto de renda. Portanto, são esses R$ 25,4 bilhões...”.

 No relatório da Confederação Nacional de Municípios, a cidade de Patos consta na lista como recebedora de Dois Milhões, Seiscentos e Trinta e Dois Reais e Trinta e Oito Centavos.   

 VEJA NA LISTA O NOME DE MALTA:

CLIK AQUI: http://www.patosonline.com/painel/uploads/3aadb730a6ff3d6cd7077445b1b94bc9c85e41c5/19e01fbf20a733b256b47eaac031846f.pdf

 

Jozivan Antero – Patosonline.com    patosonline.com/post.php?codigo=56774

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Projeto que dá à vaquejada status de patrimônio cultural imaterial vai à sanção

Os senadores aprovaram nesta terça-feira (1º) o projeto de lei da Câmara (PLC 24/2016) que dá à vaquejada, ao rodeio e expressões artístico-culturais similares o status de manifestações da cultura nacional e os eleva à condição de patrimônio cultural imaterial do Brasil. A proposta foi aprovada pela manhã na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), e enviada para votação de urgência pelo Plenário à tarde. O projeto segue agora para sanção presidencial.

De autoria do deputado Capitão Augusto (PR-SP), o PLC 24/2016 foi relatado pelo senador Otto Alencar (PSD-BA), favorável à matéria. Recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou uma lei do Ceará que regulamentava a prática da vaquejada por 6 votos a 5. A decisão serve de referência para todo o país.

Além do relator, defenderam e apoiaram a aprovação da proposta os senadores José Agripino (DEM-RN), Eunício Oliveira (PMDB-CE), Sérgio Petecão (PSD-AC), Raimundo Lira (PMDB-PB), Hélio José (PMDB-DF), Armando Monteiro (PTB-PE), Magno Malta (PR-ES), Lídice da Mata (PSB-BA), Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), Deca (PSDB-PB), Edison Lobão (PMDB-MA), Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) e outros.

Os parlamentares destacaram o perfil de tradição secular e a importância das vaquejadas e rodeios para a economia regional, principalmente nordestina. Vários deles também afirmaram que a prática constitui um esporte que vem se aperfeiçoando, reduzindo significativamente os possíveis sofrimentos dos animais.
Agripino, por exemplo, argumentou que o animal corre sobre um colchão de 50 cm, sendo comum a presença de veterinários de plantão. Além disso, segundo o senador, esporas são proibidas e é utilizado um rabo artificial. Otto Alencar disse que a prática é uma tradição cultural que está nas raízes do povo nordestino e que se espalhou por todo o país.
Eunício Oliveira, bem como outros senadores, como Fernando Bezerra Coelho e Garibaldi Alves Filho, também classificaram a vaquejada como importante atividade cultural e econômica. Segundo Eunício, o setor emprega mais de 700 mil pessoas. Já a senadora Lídice lamentou que o STF tenha proibido a prática sem antes debater com profundidade a questão junto à sociedade e o Parlamento.

Maus tratos a animais

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) foi uma das poucas a discursar contra a aprovação do projeto. Ela sugeriu que a votação fosse adiada para que houvesse uma discussão mais aprofundada, mas não obteve sucesso. Para Gleisi, os senadores estão indo contra decisão do STF que considera a vaquejada inconstitucional por envolver maus tratos a animais.
A senadora disse que a atividade envolve “crueldade e dor” e é um “desserviço à evolução da humanidade”. Ela também colocou em dúvida se a futura sanção desse projeto terá algum efeito sobre a decisão do STF de proibir a atividade.
— Isso está frontalmente contrário ao que o Supremo Tribunal Federal decidiu: ele decidiu que é uma atividade inconstitucional por ser uma atividade cruel, e, por isso, ela deve ser proibida. Então, nós estamos confrontando uma decisão da Suprema Corte. Nós vamos regulamentar algo que o Supremo Tribunal Federal já decidiu? — ponderou.
Gleisi e os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Reguffe (sem partido-DF), Humberto Costa (PT-PE) e outros registraram voto contrário ao projeto.

Manifestações similares

Além da vaquejada e do rodeio, o PLC estabelece como patrimônio cultural imaterial do Brasil também outras atividades, como as montarias, provas de laço, e apartação; bulldogging; provas de rédeas; provas dos Três Tambores, Team Penning e Work Penning, paleteadas, e demais provas típicas, tais como Queima do Alho e concurso do berrante, bem como apresentações folclóricas e de músicas de raiz.
De acordo com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), os bens culturais de natureza imaterial dizem respeito àquelas práticas e domínios da vida social que se manifestam em “saberes, ofícios e modos de fazer; celebrações; formas de expressão cênicas, plásticas, musicais ou lúdicas; e nos lugares (como mercados, feiras e santuários que abrigam práticas culturais coletivas)”. O órgão entende que o patrimônio imaterial “é transmitido de geração a geração, constantemente recriado pelas comunidades e grupos em função de seu ambiente, de sua interação com a natureza e de sua história, gerando um sentimento de identidade e continuidade, contribuindo para promover o respeito à diversidade cultural e à criatividade humana”.

Já são reconhecidas como patrimônio cultural imaterial do Brasil: Arte Kusiwa (pintura corporal e arte gráfica Wajãpi), Cachoeira de Iauaretê (lugar sagrado dos povos indígenas dos Rios Uapés e Papuri), Bumba meu boi do Maranhão, Fandango Caiçara, Feira de Caruaru, Festa do Divino Espírito Santo de Pirenópolis (GO), Frevo, Samba, modo artesanal de fazer queijo de Minas nas regiões do Serro e das serras da Canastra e do Salitre, ofício das Baianas de Acarajé, Ofício dos Mestres de Capoeira, e o Tambor de Crioula do Maranhão.

 Agência Senado